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Andrey Azeredo fala sobre o Plano Diretor de Goiânia e as eleições em Goiás

por Marcos Teixeira Wanderley publicado 21/03/2018 14h55, última modificação 22/03/2018 08h22

Em entrevistas concedidas à imprensa na manhã desta quarta-feita, 21, no Plenário da Câmara Municipal, o presidente da Casa,vereador Andrey Azeredo (MDB), falou sobre a expectativa da chegada ao Legislativo do texto revisado pela Prefeitura do Plano Diretor de Goiânia (PDG) e sobre as eleições em Goiás neste ano, dentre outros temas. Categórico, ele ressaltou que a Câmara vai “esmiuçar” o PDG para apresentar o melhor projeto possível à sociedade e reiterou seu apoio à pré-candidatura ao governo estadual do deputado federal Daniel Vilela (MDB). 

 

O presidente afirmou que espera que o PDG seja enviado o mais breve possível para a Câmara para que “possamos instalar todos os trabalhos para a devida análise do projeto, que é denso, profundo, importante para a cidade e que vai direcionar o crescimento desta, no mínimo, pelos próximos 10 anos. Não podemos errar, temos que agir com muita maturidade, responsabilidade e visão de futuro para gerarmos um documento viável, prático e com soluções realistas para Goiânia”. 

 

      Comissão para o PDG

 

Andrey relatou que, dada a grande importância da matéria, já existe um requerimento na Casa para que seja instituída uma comissão específica para a análise do documento. “Se não me falha a memória, eu não era vereador na época, mas quando houve a tramitação do PDG há uma década atrás foi instituída uma comissão para analisá-lo. Então, um grupo de vereadores trabalha nesse sentido agora. Se o requerimento for aprovado, de qualquer modo, o texto passará pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para verificar a sua constitucionalidade e legalidade”, explicou.   

 

Sobre a composição dessa comissão específica, o presidente adiantou que não há pré-requisitos mas que certamente será um grupo  com o maior número possível de vereadores e que contemple a devida representação partidária. “O essencial é que essa comissão dê, sobretudo, condições para que todos os parlamentares e a sociedade se aprofundem nos estudos e debates e apresentem soluções que tragam, na prática, mais qualidade de vida para os goianienses”, afirmou. 

 

      Audiências públicas nos bairros 

 

Na expectativa pela chegada do texto do PDG, Andrey garante que a Câmara se prepara para realizar mais audiências públicas do que as já realizadas pela equipe revisora do texto, formada por profissionais da Secretaria Municipal de Planejamento e Habitação (Seplanh), e divididas por temas específicos: “Não é possível tratar de todos os detalhes num único evento, então faremos vários e acredito que a Câmara irá até os bairros em busca de locais nos quais poderemos fomentar a participação popular e ouvir as pessoas, se elas concordam ou não com os ternos do Plano e quais melhorias elas consideram que deveriam estar no documento para gerar benefícios para cada localidade.”

 

Sobre a conclusão dos trabalhos do Legislativo com o PDG, o presidente esclareceu que ainda não há prazo definido e que a análise por parte do Executivo já completou mais de 15 meses e foi iniciada ainda na gestão passada, a do ex-prefeito Paulo Garcia (PT). “Vamos analisar o texto com profundidade mas sem nos delongarmos demais porque a sociedade precisa desse Plano aprovado e sancionado para que Goiânia se desenvolva com as adequações necessárias. Não foi em razão de uma falha ou omissão da Câmara que o projeto ainda não chegou aqui, ao contrário, eu, pessoalmente, participei de mais de 80% das audiências feitas pela Seplanh com técnicos e com a sociedade, desde a fase de elaboração do texto, contribuí desde o início, mas infelizmente essa revisão ainda não foi concluída e a estamos aguardando”, declarou.  

 

      Caráter de urgência 

 

 Andrey adiantou que existe a possibilidade do prefeito Iris Rezende enviar para a Câmara o texto revisado do PDG em caráter de urgência: “Se isso ocorrer, nosso Regimento estabelecerá uma análise com prazo menor. De qualquer forma, esta Casa está comprometida em analisar o Plano, que é uma matéria densa com vários ramos fundamentais, esmiuçando cada ponto para oferecer o melhor resultado possível à sociedade.” Sobre quaisquer interferências do período eleitoral nessa tramitação, ele foi taxativo:”Espero que as eleições não contaminem essa análise, mas, se tivermos que aguardar o término do pleito para concluir o processo, não vejo problema.”

 

      Eleições em 2018 

 

Perguntado sobre o apoio de alguns emedebistas à pre-candidaturas de outros partidos ao governo estadual, o presidente disse que “isso deve ser respeitado num processo democrático, embora eu discorde com veemência. O MDB tem um excelente pré-candidato, um jovem brilhante, o Daniel Vilela. Ele será homologado na convenção do partido e será, com a vontade do povo e as bênçãos de Deus, o nosso futuro governador. Precisamos dialogar mais e estabelecer um projeto de governo que contemple a todos os goianos e dê aos emedebistas oportunidade de poder contribuir para o bem de Goiás com determinação e responsabilidade.” 

 

      União das oposições 

 

 Andrey espera que as oposições em Goiás se unam ainda no 1º turno do pleito eleitoral e frisa:”Os demais partidos, nesse momento, devem se aliar ao MDB indicando outros membros da chapa encabeçada por Daniel Vilela. Tenho a convicção de que quem estiver insatisfeito deve ter a hombridade de pedir para sair, mas antes é necessário evitar atitudes extremas, buscar o diálogo e fazer alianças. Concordo plenamente com o ex-governador Maguito Vilela (MDB) quando ele diz que os que querem minar a candidatura de Daniel não conseguirão.”  


Com informações da assessoria de imprensa da Presidência

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